Eu posso pagar minha lingua daqui um tempo, mas posso nem te-la também, então falarei!
As pessoas estão esquecendo que promessa é algo sagrado. Que sagrado é algo precioso, e que está, nesse caso, diretamente ligado a Deus. Não que não possamos quebrar promessas, aliás, Deus é bom, sempre nos perdoa, meros pecadores mortais, mas isso não quer dizer que a gente possa banalizar todas elas.
E sim, tem muita gente banalizando. Banalizando promessas em gerais, mas agora eu to falando de uma promessa que eu acho importante, acho mesmo que devemos por ela, dar o máximo para fazer dar certo. O casamento.
Essa seman, ontem, eu li uma fofoca básica em uma revista dizendo que o Pato e a Steffani Britto (sei lá se escreve assim), romperam. Mas nãao, perai, não romperam um namoro, romperam um casamento que teve um custo que daria pra ajudar varias familias perdidas na miséria. 1 milhão de reais por uma paixão, ou até mesmo um amor de 9 meses? não, 1 milhão de reais por um capricho, conto de fadas. (Em pensar que 9 meses dps você ve o resultado mais lindo de ter u filho...)
Já passavam de 20 anos, dos 15, porra! Não existe principe no cavalo branco, amor em 1 mês muito menos relacionamento a distância.
Enfim, esse foi um exemplo que desencadeou essa vontade de escrever sobre a banalização da promessa, do amor e de outros pincipios.
Mas claro, não foi só esse casamento que foi essa tolisse. Quem não lembra do Ronaldo e Cicarelli? Deborah Secco e Roger? entre outros...
E pior de tudo isso é que vira moda. Eu acho bem mais bonito a moda de ajudar ongs e pegar crianças da Angola pra criar nos EUA. Ninguém tá falando que é uma coisa sincera, mas é uma coisa menos banal, e mais social.
Concluindo, sou a favor que o amor é eterno enquanto dure, mas sou a favor também de realmente crer que só a morte nos separe. Pelo menos nesse mundo.
E vivam os recém casados.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Depois de 9 meses você vê o resultado.
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