Capitalismo Selvagem! É o que muito de nós escutamos quando se trata de comsumir. Todos nós precisamos consumir. E isso não vem de agora, já a muito tempo criou-se esse modo de vida: ou consumimos, ou vivemos em uma situação precária em relação ao outro. O consumismo virou obrigatório, como vamos comer sem consumir? Como vamos nos interar com a tecnologia sem consumir? Impossível. O consumismo é necessário, precisamos comprar e vender para termos uma boa economia no país. A única coisa que faz com que essa prática seja muitas vezes culpada de muitos problemas mundiais é a falta de informação. Tudo tem seu limite.
Hoje em dia temos meios de conseguir consumir menos, por exemplo, a recliclagem: prática usada para reaproveitarmos certos materiais, como, por exemplo, quando compramos um alimento, sua embalagem na maioria das vezes pode ser reciclada, ou seja, reaproveitada para a criação de outro objeto.
Isso seria um passo para podermos transformar o consumismo em uma somples necessidade. As pessoas precisam de mais conscientização. Se todos separassem o lixo, iso mudaria muito. Mas os programas de conscientização estão cada vez mais fracos, as propagandas giram em torno do consumismo, não informando ao consumidor os riscos que isso traz. No entanto, os verdadeiros direitos ao consumidor não são nem um pouco favoráveis a nós. O direito ao consumidor deveria proporcionar não só o direito de recorrermos quando não ficamos satisfeitos com algum produto, mas também nos informar sobre sua produção. Deveria nos informar como é a extração da matéria prima, que , na maioria das vezes, não se importa com recursos não renováveis, por exemplo, o petróleo, a água e a madeira. As florestas são devastadas e muitos de nós compramos produtos e não sabemos que sua embalagem levou 2% de um floresta.
Logo depois, vem as indústrias, muitas vezes clandestinas ou não, que conhecem bem a prática da reciclage, e não a seguindo, poluem o meio ambiente. As indústrias por mais recursos que sigam, acabam emitindo monóxido de carbono, dióxido de carbono e dióxido de enxofre. Muitas delas jogam seus lixos químicos em lugares improprios, prejudicando a saúde da população.
Sendo assim todos esses setores, industrais e de extrãção de matéria prima, acabam aproveitando-se da falta falta de informação roporcionada ás pessoas, colocando a culpa no consumidor.
Obs: "foi o melhor texto da sala, Lê!!!"
terça-feira, 29 de abril de 2008
Mercado Consumidor - em defesa
domingo, 6 de abril de 2008
Ao meu ver...
A maioria dos seres humanos com quem convivo tem mania de generalizar. Eu tenho. Mas as vezes a gente percebe nossas falhas e em alguns pontos não as exercem.
Um dia desses tava discutindo com meu tio sobre a corrupção. Mas não era qualquer corrupção, era a corrupção na polícia, seja ela militar ou outra qualquer. Mas ele cismo em me fazer grifar que TODO MUNDO TEM SEU PREÇO.
Ele começou um papo generalizado, ele entendeu que eu estava generalizando todos os policiais. Tudo bem, eu até o entendo. Eu falei de um modo em que todos os funcionários de poder militar, civil, federal faziam parte dessa lama, mas também não é assim. Concordo que tenham alguns deles que não quiseram entender certas coisas a qualquer custo, muito menos se corromperam pra conseguirem algo, mas como eu disse ali em cima, eu generalizo também.
Só tem um porém, tem discuções que vão durar a vida inteira e nunca irão se resolver, porque cada um tem sua opinião e cada um quer deixar que sua teoria passe adiante e sirva de lição para os menos experientes, enfim, deixo claro, eu e meu tio não chegamos a lugar algum. Eu até consegui entender o porque de algumas coisas que ele tentava explicar, mas não aceitei, e não fará parte dos meus atos a maioria das coisas que ele falou.
Muitas vezes você precisa generalizar algo pra poder chegar em princípos de conclusões. Confuso não!?rs, por exemplo, eu acredito que há corrupção na polícia, e muita, isso me faz desconfiar dela, mas isso não quer dizer que eu não a defenda e não precise dela. E não é porque eu preciso dela que eu concordo com atos que ocorrem lá. Eu posso estar pedindo ajuda a ela porque estou sem saída. Ao mesmo tempo, chego a concordar com alguns modos como tdo é tratado por eles, mas tudo isso, também, pode significar que eu precise dela simplesmente por falta de opção.
(Eu já deixei dito ali que era bem confuso, desculpem).
Bom, tem toda uma regra né, eles fingem que fazem e nós tapamos os olhos, eles fingem que prendem, outros fingem que estão presos e nós fingimos que estamos em segurança. Vê se não é de revoltar uma situação dessas!
Há duas propagandas que me chamaram muito a atenção, uma passa a mensagem que a escolha das pessoas que tentam colocar ordem em nosso país, está em nossas mãos, ou seja, nós votamos e precisamos votar muito conscientes porque cabe a nós decidirmos quem toma conta de tudo, e se não acontecer o que esperavamos a culpa é nossa. Ela não fala isso diretamente, mas se você parar pra ver como está a situação na política você percebe que é isso mesmo que nos cabe dentro daquela propaganda. Isso é uma tremenda covardia, há muitas pessoas em quem podemos votar, mas como se alguma delas estivesse SÓ com honestas e boas intenções. Nós escolhemos e votamos, isso é necessário, obrigatório e leal ao nosso país, mas muitas vezes, não temos opção, e colocamos nossa atitude e vontade de um país melhor em uma pessoa errada, que cá pra nós está cheio delas! Afinal, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.
Chego a conclusões mal concretizadas, porém do meu ponto de vista inexperiente são tristes e um tanto quantodesesperadoras. O tempo tá acabando. Não dá mais pra começarmos do zero, a culpa de tudo não é só do governo ataul, e nem da polícia. Tudo vem de um grande e interminável ciclo. Não podemos só julga-los e julga-los, o que temos que fazer é não entrarmos nesse meio em que muitos deles estão, achando que só há ele para conviver e tentar amenizar e resolver os problemas. Não vamos apostar nessa filosofia capitalista de ter que ver cifrões nas pessoas para conseguirmos sobreviver.